Perfil do autor
Publicado por Marcelo Mastrobuono em 13 Nov 2006 | sob: Política
Jornalista formado pela PUC-SP. Foi repórter, editor e diretor de Redação da Rede A de Jornais de Bairro de São Paulo (1991 a 2000); editor da Revista da Sabesp (1997); editor do Jornal Olho Vivo de Guarulhos (2003/04); É autor do livro “Distrital Lapa - Do Sonho à Realidade”, publicado em 2003 pela Associação Comercial de São Paulo - Distrital Lapa. Editor da Revista CIESP Sul (2005). Também publicou crônicas, ensaios e artigos sobre jornalismo em veículos especializados, entre eles Observatório da Imprensa, Comunique-se e Revista Imprensa. Realiza entrevistas em profundidade para o Instituto de Pesquisas Políticas e Econômicas (Ipespe) e IBOPE. Em 2006, atuou como professor de jornalismo na Faculdade Prudente de Moraes, em Itu. Atualmente, é editor da Revista Viu! e HorseBusiness.
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Olá Marcelo, sei que o tema já foi mais do que abordado neste blog, mas acho que a matéria publicada no site do Tribunal de Contas de São Paulo a respeito do ensino de Porto Feliz, “referência nacional em Educação”, possa te interessar: acesse o site www.tce.sp.gov.br; no canto inferior direito, existe um ícone denominado “Artigos/Doutrina”; selecione a primeira matéria “Questões relacionadas à adoção do ensino apostilado na rede escolar. (Élcio Siqueira)”. Se preferir, aproveite o link: http://www.tce.sp.gov.br/artigos/questao_ensino_apostilado.pdf
Garanto que vai gostar do conteúdo!
Abraços.
Não desista, o texto é um pouco cansativo, mas a partir da página 6, o autor passa a tecer considerações sobre a maneira de contratação e método de ensino eleito pelo Seu Gerúndio como referência nacional em Educação.
Botar a boca no trombone, para o Marcelo, não é só expressão figurativa para um jornalista acostumado a denunciar os privilégios e desvios do poder. Nosso colunista é, também, um grande trompetista - qualidade que já não inclui entre seus atributos profissionais, embora tenha até participações em discos gravados. Um grande abraço, Marcelo, do amigo André Bueno.
Parabéns pela bela iniciativa do Chora Porto.
A nossa cidade precisa de momentos como esse para ser uma referência no choro.
Quanto às ameaças, só tem uma coisa. Ninguem atira pedras em cachorro morto.
Continue nessa empreitada e nesse dinamismo.
Um abraço fraterno.
Elias
CONSULTE O SITE:
http://www.tecnologia.ufpr.br/publicacoes/engcivil/dtt/seguranca_de_transito/SegurancaCap06.pdf
LEIA A PARTE SOBRE TACHÕES, MATERIAIS UTILIZADOS NA AVENIDA PRÓXIMO AO SUPERMERCADO BENEDETE:
Cabe observar que a utilização dos tachões transversais como redutores de velocidade não está ainda regulamentada pelo CONTRAN, sendo sua implantação considerada como de caráter experimental.
Avaliações de projetos de tachões transversais implantados em São Paulo mostraram sempre uma redução de velocidades médias dos veículos, porém para as velocidades máximas não houve grandes registros; ao contrário, em alguns casos, observou-se aumento na velocidade máxima.
Enumeramos os seguintes problemas dos tachões transversais como redutores de velocidades :
Danos aos pneus dos veículos devido aos impactos sucessivos nos tachões
Comprometimento da segurança de motocicletas devido à pouca estabilidade deste tipo de veículo
Danos às propriedades lindeiras (trincas, rachaduras) devido às vibrações resultantes dos impactos dos pneus dos veículos nos tachões
Incômodo aos moradores das proximidades devido ao ruído resultante das vibrações
Transferência do problema para vias próximas sem obstáculos
Aumento no volume de tráfego das vias próximas devido ao desvio de veículos da via problemática com obstáculos
Possibilidade de aumento dos pedidos de implantação de tachões em outras vias próximas o que pode criar uma situação desagradável para a cidade
Necessidade de manutenção periódica em função do arrancamento dos tachões devido à ação do tráfego ou dos moradores ou motoristas que se sentem prejudicados por estes dispositivos
Impossibilidade de se coibir efetivamente as altas velocidades o que mantém um estado de periculosidade permanente, mesmo que a média da velocidade de todos os veículos seja diminuída.
PORTANTO PEÇO AO CONCEITUADO REPORTER, VERIFICAR A POSIÇÃO DO PREFEITO REFERENTE AO FATO.
SE NÃO É REGULAMENTADO PELO CONTRAN, SOMENTE EM CARÁTER EXPERIMENTAL, AUTORIZADO PELO ÓRGÃO, GOSTARIA DE SABER SE A PREFEITURA TEM ESTA AUTORIZAÇÃO?
GOSTARIA DE SABER SE O PREFEITO COM A IMPLANTAÇÃO DESTE TIPO DE MATERIAL NA VIA, PREVIU AS CONSEQÜÊNCIAS, POIS A COLOCAÇÃO DESSE MATERIAL É DE RESPONSABILIDADE DA PREFEITURA E QUALQUER DANO A VEÍCULOS OU IMÓVEIS, A MESMA RESPONDERÁ POR SE TRATAR DE UM OBSTÁCULO NÃO REGULAMENTADO,GERANDO DESPESAS DESNECESSÁRIAS AOS COFRES PÚBLICOS.
PEÇO QUE NOS RESPONDA ATRAVÉS DO SUA CONCEITUADA REVISTA E BLOG.
AGRADEÇO DESDE JÁ O SEU EMPENHO SOBRE O FATO.
CARO REPÓRTER VENHO MAIS UMA VEZ, SOLICITAR UMA APURAÇÃO DE VOSSA SENHORIA:
EM 06 DE JANEIRO DE 2007, NO SEMANÁRIO DA TRIBUNA DAS MONÇÕES FOI INFORMADO QUE A PREFEITURA TINHA ADQUIRIDO 35 (TRINTA E CINCO) PLACAS INDICATIVAS DE UMA EMPRESA TERCERIZADA NO VALOR DE R$ 7.900,00 (SETE MIL E NOVECENTOS REAIS) E QUE ATÉ O MOMENTO TINHA SIDO IMPLANTADA 11 (ONZE) PLACAS.
GOSTARIA DE SABER SOBRE AS CONDIÇÕES DAS PLACAS, FORAM IMPLANTADAS O RESTANTE?
EU NÃO VERIFIQUEI PELAS RUAS ATÉ O MOMENTO MAIS PLACAS A PARTIR DA PUBLICAÇÃO DO JORNAL, ONDE SERÁ QUE ELAS ESTÃO?
CARO REPÓRTER GOSTARIA PEDIR UMA INVESTIGAÇÃO À VOSSA SENHORIA, SOBRE QUEM É O RESPONSÁVEL PELA SINALIZAÇÃO NO MUNICÍPIO, A QUAL ESTÁ UMA CALAMIDADE, COMO MENCIONADO ANTERIORMENTE E OUTROS FATOS.
GOSTARIA DE SABER A FORMAÇÃO ACADÊMICA DESTA PESSOA, SE O MESMO É ENGENHEIRO E TEM A COMPETÊNCIA PARA OCUPAR ESSE CARGO.
POIS O TRÂNSITO TEM QUE TER O ENGENHEIRO RESPONSÁVEL PELA SINALIZAÇÃO E QUE EU VEJO É SÓ IRRESPONSABILIDADE.
Boa tarde, gostaria de saber se você está informado quanto as obras da colinas na saída de Porto Feliz à Itu. Afinal as placas indicativas estão bem confusas, pois pegando a Av. Monsenhor Seckler tem um placa indicando que a saída de Itu é logo adiante. Chegando ao final dela você tem que pegar à direita e ir até a rotatória feita depois da Sckadek onde não tem nenhuma placa indicativa falando que a saída 131 é onde você precisa entrar para fazer o retorno, para que possa ir para Itu. Esse projeto acredito eu que foi passado pela prefeitura ou pela câmara de vereadores para aprovação. E que não pensaram que pessoas como eu que trabalham em Itu precisa dar “volta” na cidade para que possamos sair da mesma. Gostaria de que fizesse um levantamento e até esclarecesse a população, assim como eu de como esse projeto está, e deixo aqui a minha critica sobre o mesmo. Agradeço desde já pela atenção!
Marcelo parabéns pelo seu Blog. Adoro ler as suas matérias… agora estamos esperando uma matéria sobre a Festa de 10 anos do Karosso, aliás… o que você achou da festa???
Parabéns e muito obrigado pelo apoio ao SC Karosso.
Eduardo Ghiraldi.
Caro Marcelo,
Parabéns pelo jornalismo independente e investigativo do seu Blog. O Estado de São Paulo
tem hoje uma das melhores redes de notícias no ambiente da Internet, graças à iniciativa pessoal de pessoas como você. Sucesso!
CESAR ONOFRE KAWASE