Tenho novidades muito interessantes. Antes, porém, vejam este artigo do blog do Reinaldo Azevedo. Volto mais tarde, em outros posts:

Devemos, sim, ficar preocupados. O teatro do absurdo está aí, diante de todos. Porque Dantas, Pitta e Nahas são quem são, querem aproveitar a sua péssima reputação para avançar sobre direitos coletivos. Sob o pretexto de fazer justiça com “ricos impunes”, começa-se a achar razoável avançar nos direitos constitucionais.

Ah, dou vivas! Tomara que PF e promotores consigam reunir as provas e meter todo mundo na cadeia. Ora, se Dantas queria comprar um policial, motivos para temer ele deve ter. Que se dane! Que se dantas! O meu papo é outro. Não é com ele. Ele não é meu interlocutor.

INQUÉRITO – É uma piada funesta que jornalistas tenham obtido a cópia do inquérito antes dos advogados dos acusados. Você acha bom, leitor amigo? Tem certeza de que está livre desse risco? Eu seria mais prudente: se fazem isso com um bilionário, imaginem o que não fariam com a gente — nós, a turma do tostão? Francenildo que o diga.

PROTÓGENES, ANDRÉA E TRALLI – Protógenes, o que queria prender a jornalista Andréa Michael, e o Menino da Procuradoria da poesia de Nassif (ver acima), que queria um mandado de busca e apreensão na casa da moça, não viram nada de errado em uma equipe da Globo filmar a operação??? Quem vazou a informação para César Tralli? NÃO! EU NÃO QUERO SABER. Eu defendo o direito de a Globo estar lá e filmar tudo. Com defendo o direto de Andréa fazer suas reportagens. O sigilo da fonte é uma prerrogativa constitucional. O que não pode é o delegado Protógenes querer prender uma e ficar se exibindo para o outro. Tanto Andréa como Tralli tiveram acesso a vazamentos, certo? Ou o vazamento dele é bom, e o dela, mau? Protógenes, um dos “mansos” de Nassif, virou juiz do que o jornalismo pode e do que ele não pode fazer?

BARBAS DE MOLHO – Fiquemos atentos. Sei de fonte certa que há juízes por aí sinceramente empenhados em “disciplinar” a mídia, que eles consideram excessivamente livre, entenderam? Notem que não são assim tão raros no país os despachos de primeira instância que simplesmente impedem a publicação de uma matéria — como se houvesse censura prévia no país. Há magistrados que acreditam mesmo que é preciso “pôr limites na mídia”, conforme pede o jornalismo petista, que quer fazer um Pravda para o partido.