Segunda, 28 de Janeiro de 2008

Arquivo Diário

Oito acessos simultâneos. E a “Anita” chora, tadinha…

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 28 Jan 2008 | sob: Política

Hoje chegamos a oito acessos simultâneos. O registro, controlado pelo provedor web, está lá embaixo, à direita, bem em cima do número de visitas do blog, que na semana passada passou a marca dos 50 mil. É pouco para o alcance da Internet, mas muito considerando que os leitores são praticamente moradores da Maniçoba, a cidade querida.

Aliás, amigos leitores, vejam o que diz a senhorita “Anita”, sobre este sujeitinho blogueiro. Volto depois:

“Sr. Mastrobono: referir-se a Porto Feliz (nome correto do município) chamando-o, reiteradamente, de “Maniçoba”, o sr. mostra a sua prepotência e sua vontade de menosprezar a terra onde vive. Se você é tão altaneiro como chega a considerar-se muitas vezes, porque não se digna chamar Porto Feliz pelo seu belo nome? Se acha que estamos numa Maniçoba vá procurar abrigo em outras plagas. Garanto que não vai deixar saudade alguma. Ah vá pentear macacos sujeitinho!”

VOLTEI - - Bem, não é preciso nem dizer quem escreveu o comentário, né não? O cidadão é tão valente que usa o pseudônimo de ninfeta para me chamar de prepotente, altaneiro e… sujeitinho. E ainda escreve errado o meu sobrenome. Êta raça…

Com certeza, o estrupício ficou “nervosinha” com os posts sobre o absurdo que estão fazendo com o Avecuia e propõe uma digressão do assunto, acusando-me de desrespeitar a cidade chamando-a de… Maniçoba.

Ôh, lindinha desolada, não se pode nem brincar um pouquinho? Não fica nervosinha, não, o titio Marcelão te explica o porquê da Maniçoba. (Em tempo: em perguntas, como a que você formulou, grafa-se o por que separado, tá, fofinha!?! Presta atenção também nas vírgulas.)

Não há nada de pejorativo em Maniçoba, florzita. É só uma forma bem-humorada de se referir à cidade, lembrando a antiga aldeia que, muito provavelmente, estava localizada em terras de Araritaguaba. Nem todo professor de história sabe disso, é verdade, mas a Revista Viu! fez matéria a respeito, em outubro de 2006, entrevistando historiadores que confirmaram a história. Gente respeitada do calibre de Jonas Soares de Souza e do professor João Campos Vieira. Este último tem até livro com o mesmo título, rapariga.

Tá vendo, ninfetinha, não sou tão mau assim. Veja você, chegou xingando e vai sair mais bem informada. É por isso que a leitura do blog cresce a cada dia. Até os apedeutas do PT aprendem um pouquinho.

Viu! nas bancas: Juçara reafirma, à Polícia, assédio moral do prefeito

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 28 Jan 2008 | sob: Política

A história vocês já conhecem. A ex-diretora da PortoPrev, Juçara Guarin, deu uma entrevista à Viu! e disse que foi assediada pelo Seu Gerúndio para aplicar a dinheirama do fundo de pensão dos funcionários públicos na EURO DTVM, por intermédio do Roberto Carlos Castagnaro, que depois foi preso pela Polícia Federal por ser sócio de um dos maiores traficantes de droga e lavagem de dinheiro da América Latina.

Juçara voltou atrás depois de ser interpelada judicialmente pela…PREFEITURA. Vejam só, ela acusa o prefeito e quem a interpela é a instituição, como se uma Prefeitura pudesse “assediar alguém”. O governo PT trata a instituição como seu fosse SUA. São dois corpos ocupando o mesmo espaço.

Bem, não satisfeito com a resposta da ex-diretora, publicada com destaque pela imprensa, Seu Gerúndio mais uma vez usa a máquina jurídica do município para representá-la criminalmente. À polícia, Juçara reafirma o que já havia dito à Revista Viu!. Leia a íntegra dessa história na edição que está nas bancas, com foto de capa de Paulo Henrique Baldini, como se vê abaixo:

capinha viu67 - capinha viu67

Manual da corrupção

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 28 Jan 2008 | sob: Política

A Veja desta semana lança mais um foco de luz no subterrâneo mundo da corrupção, em especial ao esquema do mensalão. Parece até que estão se referindo à Maniçoba, mas a questão tem abrangência nacional. Veja trecho da matéria abaixo:

capa veja pequena - capa veja pequena
“VEJA teve acesso ao relatório final da Polícia Federal sobre o caso. O documento revela o poder de destruição de uma das piores pragas da política brasileira: o loteamento de cargos. Em 130 páginas, a Polícia Federal disseca, a partir dos Correios, a maneira como os políticos tomam de assalto empresas públicas para satisfazer interesses pessoais e partidários. O relatório ajuda a entender por que deputados e senadores, independentemente de credo ou ideologia, vivem numa guerrilha permanente para indicar seus afilhados para cargos no governo federal, estadual ou municipal. Fica evidente que a meta a ser perseguida é o binômio poder e dinheiro – principalmente dinheiro, que compra o poder. Maurício Marinho, o funcionário filmado recebendo propina, foi escolhido para ocupar o cargo pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), uma das catorze agremiações aliadas ao governo. Por sua mesa, em três anos, transitou boa parte dos negócios realizados pela companhia. A polícia, com a ajuda de auditores, constatou que os contratos assinados por Marinho e outros diretores dos Correios, em sua maioria, foram “cavilosamente fraudados”. Há casos de licitações dirigidas, compras sem necessidade, conluio entre empresas e superfaturamento em índices inacreditáveis de 400%. Tudo isso envolvendo mais 8 bilhões de reais em recursos. Parte desse dinheiro, segundo a polícia, foi desviada dos cofres públicos para os bolsos dos corruptos e alimentou campanhas políticas.”