A ética da lixeira
Publicado por Marcelo Mastrobuono em 25 Set 2007 | sob: Política
Rir sozinho é muito sem graça. Prefiro compartilhar. Vejam abaixo a mensagem que resgatei da lixeira. Mais um anônimo solitário, que se apresenta Nelma Fragoso, querendo colinho do titio aqui. Tadinha…
“Outra vez afrontando a ética profissional! Que eu saiba os órgãos de imprensa são livres para opinar e não dependem de um “balizador”. Ainda que assim fosse, com certeza esse “balizador” não seria você. Falta-lhe muito meu caro…mas muito mesmo…muito…muito…Que coisa horrível que vc está fazendo! Simplesmente patética!!!”
Viram só? Uma petezóide anônima babando sobre o que chama…ética. Mas como estão petulantes. Devia lavar a boca com água sanitária. Quer dizer então que “liberdade de imprensa” é só para os “orgãos de imprensa”? Eu, aqui no MEU blog, não posso falar nada? Tenho de pagar o “imposto da crítica”?. Balizador, eu? Tô fora. O que gosto mesmo é de dar murro em ponta de faca!
Agora, uma mocréia como você pode se candidatar a colaboradora do Chiste. Vão se dar bem. O pensamento é mais turvo do que as águas do Tietê. Quando se esforçam para dizer alguma coisa séria, o máximo que conseguem e arrancar algumas gargalhadas. Faz o seguinte, querida, enfia dois dedos na tomada 220 e vê se se liga. Já de volta para lixeira!
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A plebe ignara demorou tomar o poder em nossa cidade. Mas tão logo o fez, tratou de praticar o que mais condenava: autoritarismo e falso socialismo. Criaturas ignorantes e rudimentares, incapazes de lançar ao vento três frases lógicas consecutivas. São semi-analfabetos especialistas em asfalto. Prosélitos de uma salvação que não existe mais. Agradeço por não precisar dessa gente enquanto portofelicense, porque eles não estão no poder para ajudar o cidadão, mas ajudar a si mesmo. Para manter seu status empafioso, seu discurso que sobeja falácia. Não acredito neles. Tampouco na ideologia pobre e deprimente que tenta resgatar o que não foi perdido.