Setembro 2007

Arquivo Mensal

Pausa pro jornalismo; Hora da diversão

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 28 Set 2007 | sob: Política

Viram a matéria exclusiva da Viu! sobre a possível volta de Valter Saci (AQUI). Pois é, mais um graaaaande tropeço do Doutor Rei, o imperador jurídico da Maniçoba. Depois comento sobre o assunto, muito indigesto para o meu gosto.

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Aproveito a chegada do fim de semana, ao que parece frio e chuvoso, para indicar dois filmes. O primeiro é Elsa & Fred, uma comédia argentina inteligente e engraçadíssima. Trata-se da história de um viúvo hipocondríaco que passa por uma grande transformação depois que conhece a vizinha Elsa, um velhinha para lá de atirada. Os atores são sensacionais e você vai rir e chorar em frações de segundos. Vale a pena!

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A outra dica é “Obrigado por Fumar”, também comédiae com grande dose de inteligência (os petezóides não vão gostar…heheheheh). O filme conta a história Nick Naylor, um lobista da indústria do cigarro, cuja força argumentativa é simplesmente insuperável. Capaz de você ficar convencido de que cigarro não é tão ruim assim, mas pode morrer de rir. Brincadeira, claro! Divirtam-se.

E a “ética” do Doutor Rei, o imperador jurídico da Maniçoba?

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 28 Set 2007 | sob: Política

Já que estamos falando aqui de Prefeitura e de ética de advogados, como explicar o caso do Doutor Rei, o imperador jurídico da Maniçoba? O lustre advogado trabalhou durante 20 anos em cargo de confiança, foi exonerado por Seu Gerúndio Perdulário e, logo em seguida, passou a prestar serviço à Câmara. Ficou uns seis meses por aquelas bandas promovendo ações contra o Executivo, enquanto costurava sua volta nos bastidores. Sei lá o que ele negociou. O fato é que, como diretor jurídico da casa Legislativa, deixou a Câmara aprovar uma lei do Executivo criando o cargo de Procurador-por-nomeação, o que qualquer estudante de Direito sabe que é um atropelo constitucional.

Mas não pára por aí. O imperador jurídico da Maniçoba deu mais uma amostra de sua magnitude “ética” e, depois de apenas dois meses (isso mesmo, DOIS MESES, NÂO DOIS ANOS), se transferiu para o novo posto que ajudou a aprovar. Foi SEM CONCURSO, NÃO ESPEROU DOIS ANOS. Sabe o que ele diz para se justificar aos colegas impertinentes que ousaram lhe questionar sobre isso? “Que não assinava NADA”. Esta é a “ÉTICA” do NOSSO PROCURADOR POR NOMEAÇÂO. A “ética” do Direito Achado na Rua. Os advogados da cidade deveriam se envergonhar disso, mas ninguém fala NADA. Afinal, é o DOUTOR REI, o imperador jurídico da Maniçoba. Ah, não se esqueçam que o nobre causídico ficou recebendo uma pensão ilegal por QUATRO ANOS e nem sequer a devolveu totalmente à municipalidade. Sabe com justificou: “Eu não conferia os holerites”. Palmas para ele!

Quer mais uma lição de “ética” de quem, no cargo de procurador do município, deveria zelar pelos interesses públicos da cidade, e não do proselitismo do PT? Vai lá! Ontem, no final da tarde, Seu Gerúndio reuniu todos os funcionários de cargos comissionados – os de confiança do partido – para falar sobre… as ELEIÇÕES 2008. A reunião foi no centro comunitário da Rua Ademar de Barros (aquele do “rouba mas faz”, lembram?). Depois do discurso cheio de gerundismo do senhor Perdulário, quem falou foi… ele mesmo, o DOUTOR REI, explicando o que os funcionários poderiam fazer “dentro da lei” para ajudar (e não prejudicar) Maffei na próxima eleição.

Viram só, um procurador público municipal dando aula de militância sobre eleição dentro da estrutura pública. Isso não é fantástico? Viva a Maniçoba! Três urras para o imperador jurídico da cidade: Doutor Rei, URRA! Doutor Rei, URRA! Doutor Rei, URRA!

Em Tempo: Sabe como Doutor Rei conseguiu a paradoxal passagem de assessor jurídico (de confiança) da oposição na Câmara a PROCURADOR (de confiança) do PREFEITO? Entre muitas costuras de bastidores, mudou a alcunha de DITO CARRIÉ para CARRIÉ DO DITO! Hehehehe Evidente que precisa ter uma grande flexibilidade moral para isso. Doutor Rei a tem, com certeza! Urra à Maniçoba!

Aviso aos navegantes

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 27 Set 2007 | sob: Política

Gente, os comentários do IP 200.178 tatatatata vão direto para a lixeira. De vez em quando dou uma olhada para esvaziar a caixa e percebo que alguns até poderiam ser liberados, mesmo sendo anônimos. O problema não é esse. A questão é que, se libero um, a choldra entra em bando, como ocorre com as manadas quando correm desesperadamente sem destino. Lamento, mas não tem saída.
Quanto às observações do senhor João Wilson, informo-lhe que jornalistas também têm o seu Código de Ética, que, entre outros pontos, garante o sigilo da fonte. Só lhe digo uma coisa, amigo: a ética, seja do advogado, do jornalista, do marceneiro ou qualquer outro profissional, não deve se sobrepôr à ética do cidadão e do interesse público, como é o caso.
Ah, tem ainda uma jagunça me perguntando o que é “assédio jurídico”. Deve ser uma petezóide. Mas o titio aqui anda com paciência. Faz o seguinte, querida. Primeiro, procura no Aurélio (dicionário, sabe?) o que é “assédio”; depois, procura o que é “jurídico”. Feito isso, junte as duas palavras e….tchantchantchantchan. Viu como é fácil?

Assédio moral, “não”; Assédio “jurídico”, evidente

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 26 Set 2007 | sob: Política

Comecemos pelo fim do post anterior. Além da incrível interpelação judicial pedindo “explicações” sobre o assédio moral, a Prefeitura (instituição) entrou com uma representação na OAB contra a ex-diretora Juçara dos Anjos Guarim. Acusam-na de quebrar o Código de Ética dos Advogados, pelo fato de ter advogado contra a Prefeitura (instituição) antes do período de dois anos. Tenho a maior preguiça de discutir bobagens, mas vamos lá, são os ossos de quem deseja, sobretudo, informar. Vejam só o argumento da peça redigida pelos advogados da Prefeitura e assinada pelo Gerúndio. Volto em seguida:

“PATROCÍNIO CONTRA O EX-EMPREGADOR – ABSTENÇÃO BIENAL – Salvo as peculiaridades de casos específicos, este Sodalício tem desaconselhado a atividade de advogados contra ex-empregador antes de decorrido dois anos da última prestação de serviço (…)

É difícil explicar para um petezoário a diferença entre uma Lei e uma mula mascando chiclete. Eles têm uma forma toda especial de interpretar as coisas. Mas vamos lá. Respiro fundo, conto até 10 e comento o absurdo:

1. A PortoPrev é uma autarquia autônoma à Prefeitura, né não? Então, Juçara não era funcionária da Prefeitura, e sim diretora da instituição autônoma. Tudo bem que Seu Gerúndio e Seu Robertinho davam, como vou dizer? , seus “palpites”, mas isso é outra história, ou melhor, outro processo. O que vale mesmo é que Juçara NUNCA FOI FUNCIONÁRIA nem PRESTADORA DE SERVIÇO da PREFEITURA. Recebia salário e trabalhava para a PortoPrev, que, queira ou não Gerúndio e cia, é uma instituição AUTÔNOMA. Dá para entender ou quer que desenhe, Gerundinho?

2. Juçara dos Anjos Guarim exercia a função de DIRETORA da PortoPrev, cargo de confiança do PREFEITO, não da PREFEITURA (lembram, mula mascando chiclete?). Vou ser mais claro ainda. Juçara NÃO ESTAVA COMO ADVOGADA nem da PortoPrev e nem da PREFEITURA. Era apenas diretora. Poderia ser faxineira, porteira , arquivista ou sei lá o quê. Isso não tem nada a ver com a OAB. A PortoPrev tem outro profissional que ocupa o cargo de ADVOGADO e não era a Juçara. Ainda que fosse, a PREFEITURA NÃO ERA seu patrão, a PortoPrev é uma INSTITUIÇÃO AUTÔNOMA. Será que o Gerúndio (ou sei lá quem redigiu esse troço) entende isso? Ou quer que desenhe?

O que Seu Perdulário quer, mesmo, é encurralar a Juçara, impedindo de exercer sua profissão, assim fica em situação financeira prejudicada para responder os processos que ele patrocina com o auxílio da MÁQUINA PÚBLICA, pagos com dinheiro do contribuinte. É o ASSÉDIO JURÍDICO explícito.

Não estou aqui para defender Juçara, que deve muitas explicações à Justiça. Vai ter de justificar, sim, a diferença de mais de R$ 1 milhão nos investimentos da autarquia. É pura covardia! Está na hora da OAB se manifestar, sim, pois estão usando a estrutura jurídica da municipalidade, paga com dinheiro do contribuinte, para patrocinar ações de cunho pessoal e proselitista. Até aonde isso vai? A ambição do PT, adianto, não tem limite!

Seu Gerúndio e a Prefeitura: físico e jurídico no mesmo corpo? Só na cabeça dos petezoários

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 26 Set 2007 | sob: Política

Os petezoários têm uma dificuldade imensa de distinguir o que é público e o que é privado. Tanto é verdade que estão querendo formar uma nova classe social, a “burguesia do capital alheio”. É esse pessoal que se pendurou em cargos públicos e não solta de jeito nenhum. Desde que chegaram ao PODER, assumiram a “máquina” como se fosse deles. É um espírito assumindo um corpo e alma que não são seus.

Vejam, por exemplo, o que ocorre em Porto Feliz. O prefeito Cláudio Maffei (pessoa física) confunde-se com a INSTITUIÇÃO da administração pública (pessoa jurídica) que dirige. Se alguém ousa a dizer que foi “assediado moralmente” pelo prefeito (pessoa física), ele se defende - ou melhor, ataca – usando a estrutura de advogados da prefeitura (pessoa jurídica). Percebem a misturança?

Vamos para o campo das empresas privadas par ilustrar a situação. Se o diretor-presidente assedia moralmente sua secretária, quem é o autor do crime?: a pessoa física do diretor ou a pessoa jurídica da empresa? A resposta, a meu ver, parece-me um tanto óbvia.

Seu Gerúndio não entende assim. Usa e abusa de sua idiossincrasia para conduzir ações públicas a seu favor. O caso da ex-diretora da PortoPrev, Juçara Guarim, é um bom exemplo. O prefeito Maffei, ou melhor, a PREFEITURA a interpelou judicialmente para explicar as declarações dadas à Revista Viu! e à TVTEM, onde afirmou ter sido vítima de “assédio Moral”. Mas Juçara nunca disse que foi vítima da PREFEITURA, INSTITUIÇÃO, e sim do prefeito MAFFEI e do vereador ROBERTINHO BRANDÃO, presidente do PT. Ou seja, não foi CLÁUDIO MAFFEI que interpelou Juçara, mas sim a PREFEITURA MUNICIPAL, que mobilizou seu corpo jurídico, pago com dinheiro do contribuinte, para interpelar a ex-diretora.

Juçara: louca ou esperta?

Se a coisa já parece absurda, mantenha-se sentado porque vai ficar pior. Na resposta à interpelação, a ex-diretora afirma que “estava sob muita pressão e se “retrata” das afirmações dadas à imprensa, da forma mais direta possível, como publicado pelo site da Revista VIU!

“Não sofri assédio Moral; não fui colocada no paredão, não ficou no paredão; não foi assediada pelo prefeito… (Leia integra da matéria no site da Viu! AQUI)

Bem, colocado isso, só posso chegar a uma dedução: ou a ex-diretora está mesmo com distúrbios psíquicos, ou é esperta demais. Explico-me: a interpelação judicial é apenas um instrumento jurídico que pode servir de base a uma ação judicial futura. O interpelado, no caso, nem sequer tem a obrigação de responder. Pode-se manter calado e, caso seja efetiva a ação, daí sim apresenta sua defesa e seus argumentos. É assim que funciona.

E o que vai acontecer agora? Bem, pelo que tudo indica a PREFEITURA, instituição, deverá divulgar a resposta de Juçara Guarin na imprensa amiga – se eu acertar, depois vocês me pagam uma cerveja. Capaz até de fazer um “informe publicitário”, pago com o dinheiro do contribuinte. Seu Gerúndio Perdulário gosta dessas coisas.

Mas por que eu falei que a Juçara pode ser muito esperta? Por uma simples razão. Como citei acima, interpelação judicial tem pouco efeito prático. Se Juçara mantém as acusações, dá mais um motivo para “PREFEITURA” do Seu Gerúndio processá-la. Tudo bem que poderá se defender, mas isso leva tempo e dinheiro, problema que, presumo eu, ela quer evitar. Já a administração pública não tem essa dificuldade, pois quem paga essa conta é você, cidadão contribuinte. Ou seja, melhor remendar e guardar munição para o embate principal, que com certeza não é esse, mas sim saber que fim deu aquela dinheirama de diferença que aparece na auditoria do Ministério da Previdência.

Tanto é verdade que Seu Gerúndio não fala nada sobre isso na “interpelação”. Também não questiona o fato de ele ter acompanhado Roberto Carlos Castagnaro à sua sala, entre várias outras questões que poderiam ser levanatadas.

A história não pára por aí, claro. Muita água vai rolar. Oh se vão…

A Prefeitura ainda entrou com uma notificação na OAB nativa contra a ex-diretora. Comento no próximo post. É muito assédio para uma coluna só. Inté

A ética da lixeira

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 25 Set 2007 | sob: Política

Rir sozinho é muito sem graça. Prefiro compartilhar. Vejam abaixo a mensagem que resgatei da lixeira. Mais um anônimo solitário, que se apresenta Nelma Fragoso, querendo colinho do titio aqui. Tadinha…

“Outra vez afrontando a ética profissional! Que eu saiba os órgãos de imprensa são livres para opinar e não dependem de um “balizador”. Ainda que assim fosse, com certeza esse “balizador” não seria você. Falta-lhe muito meu caro…mas muito mesmo…muito…muito…Que coisa horrível que vc está fazendo! Simplesmente patética!!!”

Viram só? Uma petezóide anônima babando sobre o que chama…ética. Mas como estão petulantes. Devia lavar a boca com água sanitária. Quer dizer então que “liberdade de imprensa” é só para os “orgãos de imprensa”? Eu, aqui no MEU blog, não posso falar nada? Tenho de pagar o “imposto da crítica”?. Balizador, eu? Tô fora. O que gosto mesmo é de dar murro em ponta de faca!

Agora, uma mocréia como você pode se candidatar a colaboradora do Chiste. Vão se dar bem. O pensamento é mais turvo do que as águas do Tietê. Quando se esforçam para dizer alguma coisa séria, o máximo que conseguem e arrancar algumas gargalhadas. Faz o seguinte, querida, enfia dois dedos na tomada 220 e vê se se liga. Já de volta para lixeira!

Dona Cláudia e seus quatro empregos

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 24 Set 2007 | sob: Política

Viram no site da Viu!? Eta turminha boa de jornalismo. Mérito da equipe! Estou fora da cidade e, acreditem, fiquei sabendo pelo site. Duas informações saídas do forno: o afastamento da diretora Cláudia Meirelles (leia AQUI) e o assalto ao asilo.

Demorou! Como pode uma diretora de Saúde ter três empregos? Ah, na Maniçoba dos petezóides pode coisas até piores do que isso. Na verdade, além de trabalhar na prefeitura e na coordenadoria de Sáude Estadual, cada uma com carga de 20 horas semanais, a diretora ainda trabalhava no Sanatorinhos. Tá bom pra você? Tá nada. A Claudia Meirelles ainda atendia em consultório particular e ainda tinha tempo para escrever uma coluna em site da Internet.

Recaptulando: um emprego em Sorocaba, outro em Porto Feliz e mais dois em Itu. Não é à toa que ganhou, dos colegas de trabalho, o epíteto de “Diretora On Line”.

Na diretoria, aliás, o clima era de comemoração. Só os “amiguinhos” mais p´roximos lamentaram sua saída. A decisão não é definitiva. Doutora Cláudia ainda pode recorrer da decisão. É só mostrar à Justiça como consegue estar em três ou quatro lugares diferentes ao mesmo tempo. Você duvida?

Atestado de incompetência em praça pública

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 24 Set 2007 | sob: Política

Vejam só a nota que extraí do site da prefeitura, ou da imprensa amiga. Sei lá, é tudo o mesmo conteúdo. Leio por trechos, intercalados por comentários meus em negrito:

“Entre os presentes que Porto Feliz receberá pela passagem de seu aniversário, em outubro, não estará uma nova praça dr. José Sacramento e Silva. A reforma não ficará pronta a tempo, devido a quatro problemas:”

Presente? Isso é coisa de província mesmo. A administração pública usa o dinheiro do contribuinte para reformar um patrimônio público e se chama isso de presente? É como você entrasse na loja e comprasse uma bela camisa de presente pra…você mesmo. Dá uma sensação boa, do tipo “que bom que alguém se lembrou de mim, eu estava precisando mesmo”. É, tem gente que leva a sério esse troço de dar presente para si mesma. A diferença, nesse caso, é que se paga com o dinheiro da gente mesmo, diferente do poder público, que usa o dinheiro do cidadão para falar que “VAMOS ESTAR DANDO um presente” à população. Presentinho igual ao “Esgoto 100% tratado”, que o Lula “DOOU” a Porto Feliz. As obras mal começaram e você, cidadão, já está pagando a mais na conta de água e esgoto. Menos o pessoal na Riviera da Maniçoba, né não? Lá é diferente, perguntem ao Bergamo.
Depois vem a pior parte, as “jus-ti-fi-ca-ti-vas”, elas são gêmeas univitelinas da in-com-pe-tên-cia, andam sempre juntas. Onde está uma, está a outra. Vejam…

“1) a remoção do coreto foi mais difícil do que o previsto. Os operários tiveram de escavar por dois metros para expor a base da construção;”
Foi mesmo? Ainda bem que ninguém (ainda) teve a genial idéia de tirar as palmeiras. Daí sim iam ver o quanto teriam de escavar. Mas me digam uma coisa: e as máquinas da Prefeitura? Será que andam muito ocupadas com outras obras “públicas” que não podem ajudar?

“2) a demolição dos sanitários está demorando devido a solidez da construção;”

Vejam só, um elogio involuntário à administração anterior que fez a obra. Partindo de petezóides, só poderia mesmo ser involuntário. Para eles, nuncanestepais apareceu gente tão realizadora e competente como eles. Só espera-se agora que a nova obra seja tão “sólida”quanto a primeira.

“3) a mão-de-obra arregimentada pela construtora em Porto Feliz vem dando problemas. A maioria dos operários trabalha uns poucos dias e desaparece;”

Dio mio? Não credito que escrevem um troço desses em público. Que tipo de concorrência a prefeitura fez para contratar uma empresa como essa? Ou melhor: fez concorrência? “Os operários aparecem quando quererem” e a Prefeitura usa isso para “Jus-ti-fi-ca-car” a incompetência de contratar uma empresa que, incompetente também, nem sequer controla seus funcionários. Alguém aí pode me dar um beliscão só para ver se estou acordado?

“4) o projeto da fonte, que será construída no lugar do coreto, ainda não está pronto.”

Eta incompetência. O projeto AINDA nem sequer está pronto? Mas vamos ver do lado positivo! Aproveitem e desistam dessa idéia tosca e caipira. Chafariz em praça só serve para criadouro de mosquito da dengue. Já não existe mais aquela história de ficar namorando e curtindo desenhos de água. E tem outra. Já está mais do que provado que a prefeitura mal consegue podar a grama dos canteiros (vejam a cidade como está), como vai cuidar da manutenção do chafariz. Isso é como piscina: é ótima na casa dos amigos; na nossa, mal usamos e só dá trabalho. Sai dessas, manezada!

“O piso em mosaico português é um capítulo à parte. Apenas para retirar as pedras velhas e algum entulho foram necessárias 14 viagens de caminhão.
As novas pedras têm de ser assentadas uma a uma, num trabalho especializado e artesanal.
Não bastassem estas dificuldades, há outra: nos finais de semana, o canteiro de obras é invadido por vândalos e usuários de drogas. Toda segunda-feira uma surpresa aguarda a chegada dos operários: tapumes arrancados, material remexido, entulhos espalhados. Até ferramentas foram furtadas.
Se a previsão do tempo se confirmar e não ocorrer chuvas nas próximas semanas, é possível que a reforma da praça esteja terminada até o final de outubro.”

Pois é, ninguém previu antes que a troca das pedras portuguesas fosse dar trabalho? Para que serve o setor de engenharia? Para distribuir bolinhos da vovó?
A segunda parte da “jus-ti-fi-ca-ti-va” é uma aberração. A prefeitura “alega” que não consegue conter a ação dos vândalos de fim de semana. Para que serve a GCM a não ser cuidar do “patrimônio público”? Se assume não cuidar nem de material de construção, que garantia vai dar à população que quiser “passear” com a família no fim de semana? Nenhuma!
Por fim, “se não chover…” Já choveu. Esqueçam da praça até o fim de outubro. Tudo vai depender da agenda “política-eleitoral” do Seu Gerúndio. A competência, todo mundo já viu. Mas não acabou ainda…

“Note bem: a reforma. Ficarão faltando, ainda, a construção das calçadas e os serviços de paisagismo. Se já existe vandalismo com a praça fechada de tapumes, dá para imaginar o que ocorrerá na fase de paisagismo, quando ela estiver aberta… A Semana das Monções não poderá mesmo contar com praça nova.”

Notem bem, mesmo. Depois de tanta incompetência em fratura exposta, tem mais um cacho de “jus-ti-fi-ca-ti-vas”. Não falaram, ainda, que todos esses arranjos vão exigir mais dinheiro para as obras. Ou seja, aqueles R$ 500 mil vão precisar de aditamento, como tudo que se faz com mau planejamento. Sabe quem vai ser “presenteado” com mais essa conta? Bidu, é você mesmo, cidadão. E daqui a pouco vem a “CONTRIBUIÇÃO de MELHORIAS”, mais um impostinho de PRESENTE para engordar os cofres dos petezóides.

Por fim, fica a questão: será que a obra na Praça da Matriz é mesmo prioridade à cidade ou perfumaria eleitoral de Seu Gerúndio Perdulário? Sabe quantos prefeitos já fizeram a reforma da praça? É um tal de abaixa e levanta aqueles canteiros que não tem tamanho. É um tal de constroi e destrói chafariz… No coreto, idem… O Perdulário entrou na ciranda, igualzinho aos antepassados. Ainda vai aparecer um que vai querer transformar a Praça na Matriz em cemitério, como já fora em tempos de outrora. Há ainda quem diga que a cidade não saiu do lugar justamente por causa disso. São os eternos fantasmas do passado aterrorizando o presente e comprometendo o futuro.
Pois é, o caso da Maniçoba é mesmo bem complicado. Quanto mais se reza, mais assombração aparece. Tá aí o Seu Gerúndio que não me deixa mentir… hehehehe.

EM TEMPO: Mesmo dainte de tanta incompetência, o Câmara vai “presentar” o diretor de Obras da cidade, Everallllldo Lisboa, com o título de Cidadão Portofelicense. Fala sério, como diria o saudoso Bussunda, é ou não é maldição de antepassado? Malditos bandeirantes, jogaram pedra na cruz ou, como dizem, enterram um índio de cabeça pra baixo. Não é possível…

Enfim, Gabriel Bitencourt deixa o PT. Ulalá

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 22 Set 2007 | sob: Política

É isso mesmo. Aos poucos, quem tem vergonha na cara vai se mandando. Desta vez foi o diretor de Meio Ambiente do Município, Gabriel Bitencourt, que deixou o partido depois de mais de 25 anos, e foi compor os quadros do PC do B de Sorocaba. Quem conhece um pouco o ambientalista, nunca entendeu porque ele andava em tão má companhia.

E sabem por que ele mudou de partido? Bidu! Isso mesmo, foi apunhalado pelas costas. É praxe na legenda: te adulam no começo, depois te deixam falando sozinho. E ainda tem muito bocó que cai nessa.

A história, pelo que apurei, começou já há algum tempo. Em uma das campanhas que participou em Sorocaba, Gabriel foi processado por Crespo. Por um equívoco jurídico, acabou perdendo prazo e foi condenado a pagar uma multa de R$ 100 mil. Na época, Gabriel era importante para o partido, que se comprometeu a quitar a dívida. Só prometeu, claro, é a especialidade do PT: a mentira.

Na última eleição, o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) barrou a candidatura da Bitencourt, por causa da pendenga jurídica. Para reverter a situação, teve de fazer um empréstimo pessoal e quitar a dívida.

Gabriel evita o assunto. É dessas pessoas que têm brio! Morre calado, se preciso, mas não alcagüeta companheiros e nem fica culpando algum aloprado.

Com a saída de Gabriel, o PT dá mais um passo o abismo. Perde mais uma de suas pilastras morais. Também perde uma nome forte em Sorocaba. Na última eleição, Bitencourt teve cerca de 70 mil votos, concorrendo com figuras de alto calibre do PSDB e PFL.

De minha parte, fico mais à vontade para criticar. Que saber?, vou até tomar uma cerveja para comemorar, afinal, hoje é sábado!

Abri a porta da lixeira, só pra choldra apanhar um pouquinho

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 21 Set 2007 | sob: Política

Viram só a quantidade de comentários no post sobre o asfalto na Riviera da Maniçoba? Foi só abrir a porteira da lixeira que os petezóides anônimos infestaram. Ficam atrás da moita disparando contra mim. Eta gentalha. Tenho pena deles, mas nem por isso vou deixar de bater um pouquinho. Só uns tapinhas no bumbum.

A tal da “Ruth Faria” aparece para me dizer que “não pago meus impostos e por isso não posso criticar quem não paga água nem esgoto”. Ah, é mesmo? Quem te disse, bonequinha? Tudo bem que os petezóides estão loucos para criar novas “contribuições” para sustentar a súcia da sua militância que sempre viveu às custas do dinheiro público, mas desconheço o “imposto da crítica”. Deve ser algum projeto do tipo: “pode criticar, mas tem de pagar”. É tudo o que o PT queria. Se liga!

Daí vem uma tal de Flávia me acusar de “vender combustível contrabandeado”. Hehehehe. É mesmo, compro dos sacoleiros do Paraguai. Faz o seguinte, queridinha: chame a ANP. Eles passaram aqui outro dia, mas pode chamar de novo. Esse negócio de ganhar dinheiro fácil não é comigo. Quem gosta de emprego público e de trabalhar pouco são seus amiguinhos petezóides. Ou estão no governo, ou no sindicato ou em alguma ONG de pilantropia. Formam, como alguém já apontou, a nova classe social do Brasil? “A burguesia do capital alheio”

Mas tadinha, é só uma menina. Seu nome, na verdade, é Flávia Regina. Só vou poupá-la do sobrenome porque desconfio que ainda não responda pelos seus atos. Mas vê se presta atenção na aula de português, fofinha. Se a gerundianinha continuar a escrever “Cinseramente”, não arruma nem namorado. Fica esperta!

Pronto, já ganhou seus cinco minutos de fama. Agora vai brincar com gente do seu tamanho, porque o titio aqui tem mais coisa para fazer.

Resumo da ópera: a choldra esperneia com a “criptonita”. Ficam loucos, desesperados e espumam feitos sapos com o sal da verdade. Fechei a porteira!

Santa Casa tem de pagar pela água; Riviera da Maniçoba não paga nem o esgoto

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 20 Set 2007 | sob: Política

No meio dessa discussão inútil e profana sobre a cobrança de água da Santa Casa, apresentada de forma totalmente distorcida pela imprensa amiga da prefeitura, eis que surge um ponto de analogia para a gente questionar e refletir. Diz a prefeitura que “não dá isenção de água à Santa Casa por impedimento de ordem legal”. Pois bem, por que, então, o luxuoso condomínio onde reside o superintendente do SAAE, senhor Ródnei Bérgamo, NÃO PAGA esgoto? Isso mesmo: NÃO PAGA ESGOTO!

Pelo que apurei, a Riviera da Maniçoba não paga água porque, incompreensívelmente, permitiram a colocação de um poço artesiano no local, cujo subsolo foi contaminado por vazamentos químico e está sob estado de observação constante. A informação foi “criptonizada” pelo ex-diretor da Cetesb, Antonio Augusto, em entrevista publicada pela Viu!, em junho passado. Pergunta básica do cidadão-contribuinte ao Lancelot de Seu Gerúndio: como podem tirar água subterrânea de um subsolo contaminado?

Já que não pagam pela água que extraem do subsolo, por que NÃO INSTALARAM um hidrômetro no local só para aferir a percentual a ser cobrado pelo esgoto, como ocorre até na Vila Tatu? Há algum impedimento legal nisso ou é corpo mole em benefício próprio? O superintendente do SAAE sabe disso, porque é morador do condomínio e amigo pessoal do dono, Paulo Guerini. É justo se preocupar tanto com a cobrança de água de uma instituição filantrópica como a Santa Casa, e ignorar um condomínio de luxo que nem sequer paga a municipalidade por jogar o SEU ESGOTO na rede do SAAE, financiada pelo cidadão-contribuinte?

A Riviera da Maniçoba é mesmo um paraíso. Asfalto como em nenhum outro lugar da cidade (vejam aqui quanta gente da prefeitura trabalhando); água e esgoto de graça; e o melhor: porteira fechada para o resto da municipalidade manter distância. A Santa Casa que se vire para atender os esfarrapados e estrupiados da cidade. Gente coisa é outra fina. Melhor ainda se for amigo do Lancelot do Seu Gerúndio. Daí a água flui…

Criptonita na água da Santa Casa

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 20 Set 2007 | sob: Política

Outro dia expliquei aqui que verdade é como criptonita para o PT. Dessa forma, não poderia fechar a semana sem comentar a manchete do Jornal de Itu da semana passada. Na verdade, não se trata de uma matéria jornalística, mas sim a colagem de release da militância petezoária. Vergonhosamente, copiam até os erros de gramática, que não são poucos.

Mas vamos ao assunto. Olha só o tamanho da bobagem que estamparam na imprensa amiga, em letras garrafais: “Prefeitura vai pagar dívida da Santa Casa com o SAAE”. É uma mistura de mentiras com ignorância absoluta. Quando vejo essas coisas, fico a pensar com meus botões por que Dito Bobo foi embora da cidade? Do jeito que as coisas andam, poderia ser repórter de jornal. Pelo menos tinha lá suas peculiaridades folclóricas.

Mas vamos injetar criptonita neles. A prefeitura NÃO VAI pagar absolutamente nada. O valor negociado para amortizar mensalmente o débito será de R$ 1.908,80, que serão DESCONTADOS DO REPASSE que a Prefeitura faz pelos serviços de Pronto-Socorro prestados pela Santa Casa. Para petista entender (faz de conta, tá, porque eles só entendem o que querem): quem vai pagar a dívida é a própria Santa Casa, já que o valor, repito, será DESCONTADO da verba que ela tem direito.

Outro detalhe. O SAAE é uma autarquia municipal. Podem até dizer que é autônoma, mas isso é só na teoria. Na prática, viabiliza uma série de articulações da administração municipal, inclusive com requintes POLÍTICOS. E não são poucos. O superintendente Ródnei Bérgamo não dá um passo sem avisar Seu Gerúndio. Ele preza pelo emprego de toda a família.

Sendo o SAAE um instrumento tão próximo aos anseios políticos da Prefeitura, não custaria nada uma costura - legal, é claro - para isentar a Santa Casa da dívida antiga e, quiçá, até dos próximos pagamentos. Afinal, é entidade filantrópica. Mas quem é o Mané que acreditaria em tamanha benevolência? A questão é ranço POLÍTICO. A mesma política que faz o SAAE NÃO COBRAR NADA PELO ESGOTO da Riviera da Maniçoba. Leia o próximo (acima) post.

“O indecoroso entendimento do PT sobre o decoro”

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 20 Set 2007 | sob: Política

Vejam este artigo abaixo, do jornalista-blogueiro Reinaldo Azevedo. Tem tudo a ver com a com a confusão de atribuições que vemos por aqui, em especial no caso PortoPrev. Comento depois:

A delinqüência institucional do PT não tem limites. É mesmo uma coisa espantosa. A bancada do partido no Senado, sob o comando da moralista Ideli Salvatti (PT-SC), está redigindo uma proposta de emenda que transfere para o Supremo Tribunal Federal a responsabilidade por julgar os acusados de quebra de decoro parlamentar.

É uma estupidez que, creio, não prospera porque o próprio Supremo se encarregaria de deixar claro a esses valentes que não lhe cabe julgar questões relativas a decoro. Já é sua atribuição o julgamento dos crimes dos que têm foro privilegiado.

O que quer a “jurista” Ideli Salvatti? Judicializar o decoro parlamentar. Como vagabundo competente não costuma deixar ato de ofício, num tribunal que julga crimes e não decoro, a tal AUSÊNCIA DE PROVA, de que os petistas tanto falam, serviria para livrar a cara de todo mundo. Mais: o Supremo já está sobrecarregado sem essa atribuição. Reitero: não acho que prospere. Mas a intenção dá conta do estado de confusão mental e ausência de princípios em que está mergulhado o PT. O que o PT pretende? Que o Supremo passe a cassar mandatos?

O partido está investindo numa formidável confusão conceitual. A questão do decoro tem mesmo de ser um julgamento entre pares. E seus critérios são mais amplos do que essa história de ter A PROVA OU NÃO de um crime. Um senador que usasse o gabinete para se reproduzir, por exemplo, não estaria cometendo um crime, mas estaria contribuindo para, como dizer?, degradar a reputação da Casa. E seus pares têm o direito de não querê-lo no ambiente. Ou até onde um senador “põe o seu desejo”, como diria Caetano Veloso, será agora matéria para decisão do Judiciário?

Isso é indecoroso, senadora Ideli.

Comento - Lembram da frase do “cara”: “Deixem o Ministério Público apurar…Vamos esperar”. É do Robertinho Brandão do PT, querendo deixar a poeira abaixar para ver se tira o corpo fora. Robertinho, comprovadamente, não saía da PortoPrev. Não se sabe se estava no papel de funcionário público, sindicalista, presidente do PT ou parlamentar. O que está claro, entretanto, é que estava praticamente dando expediente onde não devia e, o pior, sob seus olhos a instituição cometeu diversas irregularidades.

Dentro dessa linha, Seu Gerúndio também está bem complicado. Mentir à imprensa (veja aqui) pode não ser crime, mas é falta de decoro a um homem público. Bem, pelo menos costumava ser assim, mas como o PT quer fazer entender tudo diferente. Se a CEI quiser provar a interferência do Perdulário sobre a PortoPrev, empresto a fita na qual a secretária afirma que, para entrevistar a ditetora Sibele, precisa pedir autorização ao assessor de imprensa da Prefeitura. Quer mais? O repórter da TV TEM, Bruno Picinatto, também passou pela via sacra para entrevistá-la. Pior: ainda tomou “bronca” do pirralho militante porque não o esperou para começar a entrevista. Ou seja, o assessor do Gerúndio é que “autoriza” a diretora a dar entrevista. Imagine quem “autoriza” a aplicação da dinheirama do fundo de pensão? É indecoroso ou não é?

MP Estadual no encalço dos Fundões

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 20 Set 2007 | sob: Política

Matéria da Revista Viu! que acaba de chegar às bancas. Comento depois: “Após denúncia feita pela Revista Viu! de julho e repercutida pela TV TEM em agosto, o Ministério Público Estadual divulgou que vai investigar os investimentos feitos pelos Fundos de Pensões em São Paulo. Segundo documento emitido pelo procurador de justiça, João Francisco Moreira Viegas, foi instaurado uma portaria como Procedimento Preparatório de Protocolado Geral relacionado ao tema “Improbidade Administrativa – Fiscalização de Previdência Social de Servidores Públicos Municipais – Aplicações Irregulares de Recursos – Intermediação Temerária de Empresa Privada – Riscos à Higidez do Sistema”. (Veja íntegra AQUI)

COMENTO - Viram só? Em uma coisa o gerundismo tem razão: Maniçoba faz história! O Ministério Público estadual vai investigar todos os fundos de pensão municipais, atrás de irregularidades do tipo encontradas aqui. Ou seja, as descobertas na Maniçoba abriram o apetite da Procuradoria Pública. A medida chega justamente no momento em que foram aceitas as denúnicas contra o que o procurador geral da República chamou de “quadrilha”, chefiada pelo Zé Dirceu. Novas surpresas podem vir à tona. Aguardem! Abaixo, a capa da edição.

Cubismo - Cubismo

Verdade: a criptonita do Seu Gerúndio

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 18 Set 2007 | sob: Política

carta - carta

Para quem ainda não viu, esta é a carta que desmente - isso mesmo: DESMENTE - as afirmações de Seu Gerúndio Perdulário à Tribuna, de que “NÃO SABIA” sobre as diferenças de caixa da PortoPrev, apontada por uma auditoria do Ministério da Previdência. Sabia, sim senhor. Mentiu ao jornal, repetidas vezes, na cara-de-pau. Sabia tanto da diferença, que chega a quase UM MILHÃO DE REAIS, quanto do prazo para a defesa. Vejam as datas e a assinatura.

A publicação do documento na edição de agosto da Viu! fez Seu Gerúndio passar o fim de semana subseqüente com diarréia emocional. Não saiu de casa. Previsível. O jornalista Reinaldo Azevedo já havia alertado: a verdade é como criptonita para os petezóides.

Sabe o que o Gerúndio fez na segunda-feira seguinte à chegada da Viu! às bancas? Convocou uma blitz de fiscalização da Prefeitura em cima do posto do qual sou sócio-proprietário, juntamente com outros membros de minha família. Levou para o lado pessoal, infelizmente.

Sabem quem comandou a operação de retaliação? Ninguém menos do que o presidente do Conselho Fiscal da PortoPrev, senhor Roberto Abiatti. Ele mesmo, o funcionário público que recebe cerca de R$ 260 adicionais por mês (mais décimo terceiro) para fiscalizar a PortoPrev. Só na teoria. Como já se viu, não fez a tarefa para qual é remunerado e foi descontar o seu péssimo desempenho como “ fiscal-chefe” da Portoprev em cima de mim. Vejam só para que lado estão levando o trato com a COISA PÚBLICA.

Está evidente que se trata do uso da máquina pública para intimidação pessoal. O petezóide está apelando, que feio. Tem pavor de criptonita!

Sensações jornalísticas e a cidadania

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 17 Set 2007 | sob: Política

A prática do jornalismo, independente de suas dimensões, compreende determinadas sensações, como o sentimento de busca pela verdade, indignação diante de injustiças, enfim… Jornalistas, na verdade, não são diferentes de qualquer outro cidadão. Na essência, são apenas profissionais cumprindo determinadas tarefas inerentes à busca pela informação. Veja, abaixo, um exemplo de como isso ocorre em diferentes dimensões. A primeira imagem é desta semana; a outra, é de setembro de 2006, exatamente há um ano. Em ambos os casos, a falta de decoro se sobrepôs às instituições, em detrimento dos reais interesses da sociedade. Em âmbito nacional, temos um presidente do Senado que recebe dinheiro de empreiteira, entre outras aberrações, para sustentar filho com a amante; Na Maniçoba, temos um advogado que ficou quatro anos recebendo pensão ilegal e depois, pasmém, virou procurador-por-nomeação do município. O que mais nós, jornalistas e cidadãos, podemos fazer a não ser se indignar com essas VERGONHAS?

renan - renan

Capa Crocco - Capa Crocco

Zé, o chefe da quadrilha, ataca até no Timão

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 17 Set 2007 | sob: Política

Pensei que o meu drama no futebol estivesse restrito à má-gestão de nossos dirigentes corintianos. Parece que não está não. A Veja desta semana mostra que o chefe da quadrilha petezóide, José Dirceu, pode estar envolvido em mais essa trambicagem. Estava intermediando o acerto com o russo Boris Berezovsky. Não é fácil, não. Bem que eu tento mudar de assunto, mas a choldra me persegue. Vejam abaixo um resumo dessa história de quem estava por trás das tentativas de trazer o russo até Brasília, como informa a revista Veja:

“O ex-ministro e ex-deputado José Dirceu teve três encontros com o enroladíssimo magnata, dono de uma fortuna avaliada em 10 bilhões de dólares. De acordo com um petista familiarizado com os negócios de Dirceu, o principal assunto entre o ex-deputado e Berezovski foi a Varig — seu fundo de investimento teria 1 bilhão de reais que seria destinado à compra da empresa. O papel de Dirceu, ainda segundo esse petista, era convencer o governo brasileiro a colocar 100 milhões de reais na transação por meio do BNDES. Os três encontros de Dirceu com Berezovski ocorreram numa mansão no bairro do Pacaembu, em São Paulo, cedida por Renato Duprat. A idéia de José Dirceu, conforme comentou com um interlocutor, era arrancar uma comissão de uns 20 milhões de dólares intermediando o negócio da Varig e, com isso, pagar campanha eleitoral para o PT. Um dia depois de se reunir pela última vez com Dirceu, o magnata russo foi interrogado durante oito horas pelos 2 procuradores que investigam a MSI”.

Em Tempo: para quem leu o post anterior, informo que fomos ao Pacaembu, sim. Perdemos mais uma, sim. Mas está tudo certo, valeu mais essa lição e meu filho entendeu. A realidade dói, mas é melhor do que construir castelos sobre mentiras.

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