Maio 2007

Arquivo Mensal

Depois de Paulo Moura, vem aí o 14 Bis

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 30 Mai 2007 | sob: Política

14bis2 - 14bis2

Depois de dar palco a um dos maiores nomes da música instrumental brasileira, com a presença de Paulo Moura no quatro Chora Porto, Porto Feliz entra em novo tom musical. No próximo dia 6 de junho, se apresenta no Cemex o grupo 14 Bis, que fez muito sucesso nos anos 80. No repertório, grandes sucessos do passado, como “Caçador de mim”, “Todo azul do mar”, “Nave de prata” e “Bola de meia bola de gude”. A promoção é da Prefeitura de Porto Feliz e a entrada é franca. Como dizia o poeta, “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.

Escrevo uma coisa, e Keko lê outra… Que pena!

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 28 Mai 2007 | sob: Política

Só vi hoje o comentário do advogado Félix Rocco. Parece-me que não entendeu nada do que escrevi. Como o assunto ficou para trás, reproduzo a seguir, com a ortografia do autor, para comentar depois.

“Caro Marcelo
Pelas duas ou três vezes que nós conversamos, tenho certeza que não deu tempo de você me conhecer.
Não conhece o meu trabalho profissional e muito menos o meu lado pessoal.
Não saí da Câmara por estar traindo a presidente. Saí por um fato e ato político.
Deve ser do seu conhecimento que Maria Tereza queria que a minha mesa de trabalho fosse instalada dentro de seu gabinete.
O fato de ter sido pedido o seu (dela) afastamento da presidência e ter sido o Dr Eugênio Motta (embora você não chame ninguem de doutor em seu blog) o parecer, não desqualifica o meu trabalho profissional. Pois, ao afirmar que se fosse eu que ali estivesse (embora não tenha citado o meu nome) a Maria Tereza estaria hibernando neste momento, o senhor desrespeita o meu nome, a minha profissão e o meu trabalho,pois onde trabalhei e onde eu estou, sempre faço a diferença, para melhor.
Assessorei a Maria Tereza da melhor forma que pude, inclusive com os elogios pessoais dela na TRibuna das Monções. Também recebi elogios da Diretora da Câmara e de todos os outros funcionários. Basta você presquisar.
Gostaria, embora o verbo esteja em um tempo passado (não sou tão bom nisso como você), que você se retratasse, pois me ofendeu.
Enquanto isso, continuo amigo da Maria Tereza, do Dr. Eugênio Motta, dos funcionários da Câmara e de todos (eu disse ou escrevi, não sei) todos os vereadores. Não tenha nada contra nenhum deles e oro (além de advogado, sou pastor da 2ª Igreja do Evangelho Quadrangular), por todos eles e por você também.
Mas, acredite, sei ser profissional, basta você perguntar ou pesquisar na Ordem dos Advogados do Brasil (já fui presidente da subseção), no Fórum, na Prefeitura e na Câmara, principalmente. Perguntes para os vereadores de oposição (Nei, Mumu, Levi e Gerão). Pergunte para os vereadores da situação (Nando, Valter, Robertinho, Miguel e Andréia). Depois pergunte para a própria Maria Tereza. Depois para os funcionários. Infelizmente, você se faz tendencioso, sem querer mostrar essa tendencia, por causa do vereador Nando César. Mas, acredite: eu fui honesto todos os dias em que trabalhei (com orgulho) na Câmara Municipal de Porto Feliz.
Desculpe se o texto ficou muito longo, mas eu senti necessidade de lhe responder. Sempre te respeitei, inclusive as suas opiniões. Respeite-me como profissional que sou.”

Minha vez - Nunca disse ou escrevi que o advogado Félix Rocco, o Keko, saiu da Câmara por ter “traído” a presidente. Saiu, sim, por um ato político, como ele mesmo reconhece. Por contradições como esta é que fica difícil entender o que o senhor Keko quer (com o perdão da cacofonia).

Diz que se sentiu ofendido e pede que eu faça uma retratação. Do quê, meu caro? Quer que me retrate porque deixei de chamá-lo de “doutor”? O advogado se incomoda demais com coisas bizarras. Quando quer dizer alguma coisa, enrola-se todo para afirmar o que não escrevi. Vejam: “ao afirmar que se fosse eu que ali estivesse (embora não tenha citado o meu nome) a Maria Tereza estaria hibernando neste momento, o senhor desrespeita o meu nome, a minha profissão e o meu trabalho”.

Inverteu tudo. Olhem o que escrevi: “Sou capaz de apostar que se Motta não estivesse lá, Tereza estaria hibernando agora”. É bem diferente. Referi-me a Motta, não a Keko. Mas o nobre advogado deve ter algum problema com o ego, pois vejam o que diz na seqüência: “..onde trabalhei e onde eu estou, sempre faço a diferença, para melhor.” É o tipo de elogio que não deixa qualquer suspeita.

Mesmo assim, não estou aqui para avaliar o mérito de um ou de outro advogado. Deixo isso para seus respectivos clientes, embora, como se percebe, alguns causídicos gostem de acumular essa tarefa.

Keko diz, ainda, que sou “tendencioso” e cita o vereador Nando Cesar, que foi quem o indicou para o cargo de assessor da Câmara. Isso pesou, sim, na sua saída, mas não nos meus comentários. Poderia até fazê-lo. Neste espaço, o MEU blog, todas as críticas são diretas e pontuais. Como já disse várias vezes, sou dono dos MEUS pensamentos. Aqui é espaço para MINHAS opiniões. Os blogs servem justamente para individualizar os pontos de vistas. E olha que, mesmo assim, ainda abro espaço para críticas com as quais não compartilho, como, por exemplo, a do senhor Keko. Absolutamente!

Nunca desconfiei da honestidade do ex-assessor jurídico da Câmara. Também nunca o desrespeitei. Pelo contrário. Até gosto de sua simplicidade e simpatia. É um tanto confuso, verdade, e mistura até religião. Mas tudo bem, dou-lhe esse desconto… Ele deveria saber, porém, que cargo em comissão tem data de validade, ou, pelo menos, deveria de ter. A menos que ele esteja pleiteando o posto de Dr. Rei, o imperador jurídico do município.

Ação, reação e sentido de precaução

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 28 Mai 2007 | sob: Política

Voltando à política. Quem lê os comentários que liberei no post onde falo sobre as disputas políticas no legislativo nativo (Câmara faz política. Que Bom!) pode imaginar que houve uma chiadeira generalizada. Engano. A maioria das mensagens, embora com nomes diferentes, veio de um mesmo remetente.

Como sei disso? Ah, essa é uma história que estou guardando, principalmente depois que resolveram me ameaçar, nas comparações com o jornalista assassinado de Porto Ferreira. Coisas do tipo: “tá vendo, quem fala o que quer, toma o que não quer”. Essas e outras que, embora menos ameaçadoras, são caluniosas e difamatórias. Tem gente que pensa que a moita do anonimato lhe garante guarida para esse tipo de ousadia. Veremos!

Acho perda de tempo ficar aqui discutindo a decisão da presidente da Câmara, Maria Tereza, de substituir um advogado indicado pelo seu antecessor por outro. O cargo é de confiança justamente por isso, se não poderia ser efetivo, no qual o interessado seria selecionado por meio de concurso.

Como já disse, não considero retaliação. Mas se assim entendem os incautos, fazer o quê? Continuem chamando de “retaliação”. E eu continuarei dizendo que em política é ação e reação, ou “retaliação”, se preferirem. Poderia chamar, também, de instinto animal de precaução.

Chora Porto: empreendimento de cultura e cidadania

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 28 Mai 2007 | sob: Política

Poxa, uma semana sem post é muita coisa, mas foi por um bom motivo. O Chora Porto é um trabalho com o qual sempre me sinto recompensado, com a alma mais leve. É a prova viva da força de mobilização da comunidade, da integração e da difusão da cultura como instrumento de fomentação cidadã.

Neste ano, o evento teve um crescimento significativo. A presença do maestro Paulo Moura, assim como já tinha ocorrido em 2005 com Altamiro Carrilho e Danilo Brito, e em 2006 com os Toninhos Ferragutti e Carrasqueira, coloca Porto Feliz em um seleto grupo de comunidades engajadas na formação cultural. A qualidade é o diferencial!

Como já havia dito, fiquei agradavelmente surpreso e muito satisfeito com a doação das pessoas pela causa. Gente que deixou seus assuntos pessoais em segundo plano e se entregou voluntariamente para o aperfeiçoamento do encontro, tornando-o mais bonito, arrumado e organizado.

Não há dúvida nenhuma que houve evolução, cumprindo uma nova etapa de um processo que tem tudo para continuar progredindo.

Realizamos, pelo quarto ano consecutivo, um evento que muitas cidades de maiores não conseguem organizar. Fizemos tudo isso sem um centavo de verbas públicas. Tudo realizado sem apelar para clichês, modismos, populismo e outros sofismas.

Fizemos tudo isso porque Porto Feliz tem um patrimônio imenso de pessoas competentes e apaixonadas pela cidade. São cidadãos que não dão a mínima para ver seus nomes em plaquetas de inauguração com poses para a fotografia. São empreendedores de cultura e da verdadeira cidadania!

paulo e caf   - paulo e caf

A sessão acabou e Tereza…ficou

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 26 Mai 2007 | sob: Política

Voltei para dar uma fresquinha. A manchete da Tribuna tinha requinte alarmista: “Tereza pode ser afastada da presidência”. O assunto caiu antes mesmo do raiar do sol da manhã de sábado, quando, teoricamente, o jornal chega às bancas. O requerimento pedindo o afastamento da presidente foi rejeitado pela mesa, por não ter embasamento jurídico.

Dizia o jornal que “propaganda pessoal e entrevista à Tribuna provocaram requerimento que ameaça o cargo da vereadora”. O jornal ainda adiantava que a presidente poderia ter o mesmo destino do ex-colega Valter “Saci”, que passou por uma CIP (Comissão de Inquérito Processante) e foi cassado, depois de matéria publicada pela Revista Viu!

Bem, o requerimento engendrado pelo presidente provisório do PV da cidade e assessor jurídico da prefeitura, José Carlos Machado de Oliveira Junior, foi arquivado previamente por inconsistência jurídica. Que pena, logo na sua primeira investida…

Sabe quem justificou o arquivamento? O advogado Eugênio Motta Neto, recém-reempossado ao cargo de assessor jurídico da Câmara.

Acredito que isso responda, também, os questionamentos levantados em post anterior, quando comentei a saída de Félix Rocco. Percebem a diferença entre ter um assessor de confiança, lotado em cargo equivalente, a manter um que foi indicado por um adversário político? Sou capaz de apostar que se Motta não tivesse lá, Tereza estaria hibernando agora.

Volto a comentar mais o assunto. Choro, agora, só o musical, Aguardo todos vocês por lá, independente de cores político-partidárias. É uma festa da comunidade. Inté

Por que eles querem Tereza….

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 25 Mai 2007 | sob: Política

Intervalo na sessão para discussão sei lá de que. Aproveito para comentar a tentativa de afastar Tereza. Sabe quem entrou com o pedido? O advogado José Carlos Machado de Oliveira Junior. Se você ainda não guardou a figura, é aquele que entrou em polêmica com o ex-prefeito Erval Steneir sobre quem seria o presidente do diretório do Partido Verde (PV). Foi ele, também, que posou ao lado de Maffei como a “aliança politica do ano”….hehehehe

Bem, Zé Carlos começou a mostrar serviço. Entrou com uma representação na Câmara não porque é assessor jurídico da prefeitura, cargo que ganhou depois de fechar acordo com o PT. Se apresenta como ‘cidadão” e presidente provisório do diretório do PV. O advogado deflorou publicamente sua cidadania para questionar, vejam só, o fato de a presidente da Câmara ter, supostamente, feito promoção pessoal com o Dia das Mães. Não consigo imaginar assunto mais oportuno para quem engatinha na história política da cidade.

Para mim é isso que importa. Aquela história de “retaliação” que saiu no jornal é pura bobagem. A Câmara é um órgão político, de confronto, já falei. Assumir isso não é pecado nenhum. É menos mentiroso do que citar Ruy Barbosa e fazê-lo revirar no túmulo. Na Câmara, tudo que se faz é para defender interesses partidários. É ação e “retaliação”. Não sejamos hipócritas, como eles…

Volto amanhã, sinto muito. Apagaram as luzes….

De Nando César e Tereza a Ruy Barbosa

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 25 Mai 2007 | sob: Política

Todo mundo sabe que estou na correria do Chora Porto! Mas vale um intervalinho para ouvir a sessão de câmara que acontece neste momento. Acabei de ouvir Nando Cesar citando Ruy Barbosa. Pôxa, poderia ter plugado daqui a alguns minutos. É simplesmente surreal. Divertimento puro na noite de uma sexta-feira gelada.

Bem, a expectativa é sobre a tentativa de afastar a presidente da Câmara, Tereza de Moraes, só porque ela disse a verdade. É, a política tem dessas coisas: quando se diz a verdade, pode-se complicar; o melhor é ser hipócrita. Vocês entenderam, né?

Querem, ainda, afastar Tereza porque ela teria feito promoção pessoal por conta de uma homenagem ao Dia das Mães. Onde chegamos…! O engraçado disso tudo é que tentam enquadrar Tereza no mesmo procedimento (Comissão de Inquérito e Processante) que levou à cassação do ex-presidente Valter Saci, acusado e condenado à época por se propriar de tijolos da municipalidade. Lembro bem disso, pois fiz a denúncia em matéria publicada pela Viu!
São situações bem distintas, convenhamos. Tenho muitos motivos para desejar outro(a) presidente da Câmara Legislativa de Porto Feliz. Cassá-la porque, supostamente, teria se beneficiado de uma homenagem do dia das mães não é uma delas.

Fico imaginando o que diria Ruy Barbosa sobre isso…?

“Câmara faz política”. Que bom…

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 21 Mai 2007 | sob: Política

Leio na imprensa que o clima está tenso na Câmara, sabem por quê? Porque os vereadores resolveram fazer política. Viram só, fazer política na Câmara é algo tão inusitado na cidade que causa “tensão” e vira manchete de jornal. Não é piada não, gente. É sério!

Finalmente parece que os nobres parlamentares resolveram deixar aquela apatia histórica de lado e partir para o confronto declarado, o enfrentamento. Não conheço arena mais apropriada para isso do que as câmaras legislativas, sejam elas municipal, estadual ou federal.

É bem melhor uma câmara dividida entre interesses de grupos distintos do que compactuada com o corporativismo, com as negociatas de bastidores e a inépcia fiscalizadora.

É claro que tem gente estranhando e chiando. Podem chorar à vontade. Sempre vão existir as mariposas desoladas com a perda do PODER.

O pivô da chiadeira, agora, foi a demissão de um servidor locado em cargo de confiança. Estão criando problema onde não existe. Pior: estão superdimensionando um procedimento administrativo absolutamente normal. Aliás, acredito que a Câmara deveria, sim, ser mais cíclica. Nunca vi cargos de confiança serem tratados de tanta afetividade emocional e estabilidade convencional. Isso é um absurdo.

Essa é, também, uma das razões pelas quais Porto Feliz estagnou-se no tempo. Nada muda. Não se avalia competência, desempenho e muito menos resultado. Convenciona-se tudo para evitar qualquer situação de confronto. “Melhor não mexer com isso”, amedontram-se. Como resultado, ficamos nivelados por baixo, na camaradagem, no companheirismo e no “me-engana-que-eu-gosto”.

Eu não, tô fora. Gosto da política às claras, do enfrentamento. Por isso sou dono de meus pensamentos e brigo por eles. As mariquinhas desoladas podem ir para casa, chorar no colo da titia!!!

Porto Feliz, a terra do choro paulista

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 18 Mai 2007 | sob: Política

Podem guardar os rojões, meninas, voltei! A semana foi corrida, dura, mas muito produtiva. Estou fazendo várias coisas ao mesmo tempo, em especial a organização do Chora Porto, que será no domingo, 27. Muita gente do bem tem me ajudado e, no momento apropriado, apresentarei a vocês.

O encontro de chorões deste ano terá muitas novidades. A presença do Paulo Moura será um marco histórico para cidade, assim como foi o Altamiro Carrilho em 2005. Fico impressionado como as pessoas se doam e colaboram com a cidade. Se o poder público fosse mais inteligente e soubesse articular essas forças…Bem, deixa pra lá!

O importante é que teremos um evento de grande dimensão, com apelo musical inédito no país. Tudo bancado pela iniciativa privada. Tudo bem diferente dos eventos promovido por pelegos e do populismo ralé bancado por verbas públicas. Assim, até Dito Bobo, com todo respeito que ele merece.

Não vou dar a fita toda, porque um pouco de surpresa não faz mal a ninguém. Mas teremos, junto com as apresentações do Chora Porto, uma exposição. Pronto. Não falo mais nada.

Até pensei em levar o Paulo Moura conhecer a gruta e mostrar um pouco de nossa história”. Não dá! O espaço está um lixo, às traças. Mas tenham fé, logo isso ainda será uma “instância” turística, companheiro. Hahahaha!!! Morro de rir com os factóides da babaquice proselitista.

Porto Feliz tem tudo para ser a capital do Choro Paulista! De um jeito ou de outro!

Bérgamo: “A culpa é do executivo”

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 17 Mai 2007 | sob: Política

Os pedidos de aprovação de projetos em regime de urgência voltaram a gerar polêmica na Câmara, na sessão de terça, 15. O protagonista, novamente, foi o Saae. Cinco vereadores rejeitaram votar o projeto que havia chegado horas antes, pedindo a inclusão do financiamento de R$ 1,7 milhões no PPA (Plano Plurianual) e na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias). A operação já havia sido aprovada pela própria Câmara, mas necessita dessa alteração até o dia 30, para que seja aprovada pelo banco. (leia matéria aqui)

A novidade, desta vez, foi a argumentação do superintendente do Saae, Rodnei Bérgamo. Ao tentar se justificar com os parlamentares, ressaltou a importância da obra e disse que a “culpa é do executivo”, que reteve o projeto por duas semanas e só agora encaminhou. “Já falei com os vereadores da bancada que precisamos agilizar”, argumentou. “Se fosse vereador, também não iria gostar de receber os projetos em cima da hora, sem tempo para poder analisar”, concordou.

Quando quer, o Bérgamo é bem sensato. Só quando quer!

Cobertor só para os apaniguados: R$ 8 milhões a mais de salários

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 13 Mai 2007 | sob: Política

Enquete da Revista Viu! pergunta aos internautas “o que poderia ser feito na cidade com mais R$ 170 mil ao mês, durante quatro anos”?. Apresenta quatro opções bastante genéricas.

Vou ser mais direto. O aumento na folha de pagamento da prefeitura de R$ 170 mil ao mês, representará ao final de quatro anos um montante de R$ 8.160.000,00. Isso mesmo, faça as contas. É quase a mesma coisa do que a gestão Maffei gastará, ao final de quatro anos, com a terceirização do Programa Saúde da Família, entregue de bandeja à tal da Oscip Isama.

O meu blog não tem, ainda, tecnologia para uma enquete. Vou deixar aqui, entretanto, quatro opções do que daria para ser feito com essa grana alta. Vailá:

A - Contrataria mais garis para fazer a limpeza de manutenção das ruas (de todos os cargos novos, nenhum contemplou esse serviço). Com o restante, canalizaria o Córrego Pinheirinho

B - Renovaria a frota municipal sem precisar recorrer a empréstimos (leasing) que duplicaram os valores dos veículos. Com o restante, canalizaria o Córrego Pinheirinho

C – Investiria na exploração do Aqüífero Tubarão sem precisar “entregar” a terceiros para, depois, comprar o produto de volta.

D – Implantaria o sistema de tratamento de esgoto sem precisar fazer empréstimo e repassar custos à população.

É claro que há uma infinidade de prioridades que poderiam ser realizadas. Maffei, porém, ignora uma regra básica de administração: reduzir custos. Fez justamente o contrário: inchou a máquina, criando cargos fúteis aos apaniguados do seu partido.

Não há como negar: Maffei está fazendo história! E depois vem dizer que o “cobertor é curto”. Só para os outros, porque os apaniguados estão sob o refrescante calor do dinheiro público.

Que Deus escute vossas preces…

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 12 Mai 2007 | sob: Política

Do discurso de Bento XVI dirigido aos bispos reunidos na Catedral da Sé, em São Paulo. O grifo é meu:

* “Ocorre formar nas classes políticas e empresariais um autêntico espírito de veracidade e de honestidade. Quem assume uma liderança na sociedade deve procurar prever as conseqüências sociais, diretas e indiretas, a curto e longo prazo, das próprias decisões, agindo segundo critérios de maximização do bom comum, ao invés de procurar ganâncias pessoais“.

* “Deve-se trabalhar incansavelmente para a formação dos políticos, dos brasileiros que têm algum poder decisório, grande ou pequeno e, em geral, de todos os membros da sociedade, de modo que assumam plenamente as próprias responsabilidades e saibam dar um rosto humano e solidário à economia”.

“Não é nenhuma novidade a constatação de que vosso País convive com um déficit histórico de desenvolvimento social, cujos traços extremos são o imenso contingente de brasileiros vivendo em uma situação de indigência e uma desigualdade na distribuição de renda que atinge patamares muito elevados”.

Fonte: Blog do Noblat

Uma edição musical

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 11 Mai 2007 | sob: Política

Paulo Moura - Paulo Moura

Está aí, em “letras garrafais”, a capa que prometi. A edição de aniversário da Viu! está toda musical. Além da matéria sobre o Chora Porto!, tem uma reportagem da Juliana Machado sobre o belíssimo trabalho voluntário desenvolvido pelo Tareco, xom os mmeninos do Jardim Vante. O grupo Batuque no Gueto conta também com o apoio da iniciativa privada. Isso mostra que é possível fazer alguma coisa pela comunidade sem ter cargo público. Confira, nas bancas!

Seu Gerúndio inchou a máquina: 327 novos cargos

Publicado por Marcelo Mastrobuono em 11 Mai 2007 | sob: Política

As tão esperadas empresas que abririam campo de trabalho na cidade não vieram, mas a administração do Seu Gerúndio anda de vento em popa no inchaço da máquina pública. Viram os números divulgados pela site da Revista Viu!, com base em um requerimento solicitado pelo vereador Gerão? Impressionantes!. Os cargos de confiança, aqueles que Gerúndio põe quem quer, tiveram um aumento de 35% entre 2005 e 2007, saltando de 117 para 158 novos cargos. Pode incluir aí o procurador-por-nomeação, do Dr. Rei.

Nos cargos efetivos, aqueles nos quais o funcionário tem de passar em concurso público, também sofreram uma elevação de mais de 31% entre o mesmo período, passando de 902 para 1188. Ou seja, a administração do Seu Gerúndio criou, ao todo, 327 cargos. Lulalá, e nóis aqui, os Jecas, sustentando a patota do PT.

Sabe quem paga essa conta? Você, cidadão. A folha de pagamento da Prefeitura saltou de R$ 211.091,13, em 2005, para R$ 330.187,23, em 2007. É isso que Seu Gerúndio chama de “banho de gestão”?

O vereador Gerão tem razão em ficar espantado. Deveria se lembrar, porém, que muitos desses cargos ele ajudou a aprovar na Câmara. Só agora caiu a ficha?

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