Se minha intuição falasse…
Publicado por Marcelo Mastrobuono em 29 Mar 2007 | sob: Política
Leiam o trecho abaixo, do site Terra, depois eu volto.
“O rabino Henry Sobel, presidente da Congregação Israelita Paulista, foi preso na última sexta-feira, dia 23, acusado de furtar quatro gravatas em três lojas de grife em Palm Beach, no estado da Flórida, Estados Unidos.
De acordo com o site do escritório do Xerife do condado de Palm Beach, Sobel foi preso sob três acusações por furto às lojas Louis Vitton, Gucci e Giorgio Armani. Ele teria pego quatro gravatas. O endereço dado por Sobel no departamento de polícia, em São Paulo, é mesmo do rabino.
As acusações estão sob os números 2007016314, 2007016315 e 2007016316. De acordo com o site, ele foi preso às 18h45 (horário local) de sexta e liberado às 15h30 de sábado, dia 24.” Para ler matéria na íntegra, clique aqui

Pode parecer oportunismo de minha parte, mas essa história tenho de contar. Conheci o rabino Sobel desde que comecei no jornalismo, no final dos anos 80 (Tô ficando velho, hein!), e sempre tive um pé atrás com sua postura. Bem mais adiante, em 2001, ocorreu um fato que veio a evidenciar ainda mais as minhas impressões.
Havia agendado uma entrevista com rabino, para falarmos sobre educação. Informei-o que a conversa duraria por volta de 50 minutos a uma hora, e ele concordou. Tudo ia bem até os 10 primeiros minutos, quando o rabino descobriu que a entrevista não seria publicada em veículo nenhum, e serviria apenas como base de estudo institucional de uma empresa especilizada.
Sua fisionomia mudou repentinamente. Passou a me dar respostas curtas e tentou apressar-me. Quando percebeu que buscava respostas com conteúdos mais substanciosas, pediu desculpas e disse que não poderia continuar a entrevista. Alegou “dores” repentinas e, mesmo com minha insistência, recusou-se a continuar, até de forma um tanto áspera para um rabino.
Percebi, então, o quanto Sobel gosta dos flash da chamada “grande mídia”, que sempre insistiu em idolatrá-lo. Se é para aparecer na televisão ou no jornal, o rabino está disponível. Para contribuir com um estudo que serviria de referência a um instituto especializado em educação, aí doía.
Vejo agora o senhor rabino, o queridinho de muitos coleguinhas, ser acusado de roubar gravatas em um bairro chique do Palm Beach, na Flórida, EUA. Vai ser uma baita de uma matéria, do jeito que o rabino gosta! Com dor ou sem dor!
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Será que qdo foi fotografado ele perguntou: - ” É para Carash” ou Cauntigol ? ”
Abs