Ressaca de carnaval
Publicado por Marcelo Mastrobuono em 28 Fev 2007 | sob: Política
Não passei o carnaval na cidade, então as informações vão chegando aos poucos. Já falei, por exemplo, do problema do carro de som, que pifou - de novo - e deixou muita gente na mão. Enquanto o Xééé-xi estiver na diretoria de Turismo não esperem coisa melhor. Com já disse, errar é humano, persistir no erro é…gerundismo.
Pouco barulho por muito dinheiro - A prefeitura pagou caro para um som que pifou pelo segundo ano consecutivo. Foram mais de R$ 50 mil (Veja publicação oficial abaixo) O valor é três vezes maior dos R$ 15 mil que recebeu, por exemplo, a escola de Samba Acadêmicos da Barra Funda, que desfilou com 350 componentes, carros alegóricos etc. Não é difícil imaginar porque a Monções e muitos blocos da cidade não quiseram desfilar. Esse negócio de Trio Elétrico é muito mais rentável, mesmo que pife no meio do caminho.

Multidão - Um leitor me chamou a atenção para a manchete do jornal de Itu: “Carnaval de rua de porto atraiu mais de 40 mil pessoas às ruas da cidade”. Bem, levando-se em conta que a cidade tem 50 mil habitantes, imaginamos que só sobrou a população da zona rural. É isso que dá quando se faz jornalismo “satélite”.
Pretensão tamanho família - Outro folião me chamou a atenção sobre o discurso do diretor de Meio Ambiente, Carlos Alberto de Campos, que insistia em divulgar ao microfone do palanque que “o carnaval de Porto Feliz era o melhor do estado de São Paulo”. Poxa, e eu perdi essa, hein? É, Carlão perdeu a barriga, mas a pretensão…”
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