Tem certas coisas que de tão ruins a gente tenta esquecer. Mas não tem jeito. A diretoria de Esporte e Turismo de Porto Feliz tem uma capacidade incrível de fazer valer a sua incompetência.

No Carnaval do primeiro ano da gestão Maffei (2005), a desculpa era de que tudo estava em “cima da hora”. Não houve desfile de escolas de samba e a folia ficou restrita aos blocos.

No mesmo ano, o diretor Chechi Junior ainda mostrou a quê veio: contratou uma tal de Oscip Ágere, desembolsando R$ 180 mil de verbas públicas, para fazer a “Semana das Monções”. O diretor-courier foi até buscar cheques em Boiutuva… Bem, todo mundo sabe o resto da história. Foram abertas duas Comissões Especiais de Inquérito (CEIs) e os processos ainda estão sob investigação do Ministério Público.

No ano passado, outro fiasco. O carro de som quebrou e a departamento responsável em dar o suporte às escolas deixou todo mundo perdido na avenida. Antes, porém, houve um certo imbróglio com relação a contratação da empresa que iria fazer segurança. Resultado: o público ficou revoltado, as escolas e blocos descontentes e a Prefeitura despejou um caminhão de desculpas pelos “imprevistos” .

E este ano, sabe o que aconteceu? A Monções não quis desfilar e, embora tenha uma outra justificativa, todo mundo sabe que os problemas técnicos-financeiros do ano passado deixaram o grupo de dirigentes da escola desgastados e descontentes com a organização o desfile.

Não foi só a Monções que ficou de fora. Vários blocos tradicionais, como Banda Angélica e Cirrose, não quiseram participar da brincadeira. A Gaiola das Virgens também afirma que fez seu desfile derradeiro. Motivo: desorganização.

Este ano, outra vez, um erro (mais um?) na publicação do edital para contratar a empresa de segurança por pouco não deixa todos a ver navios.

E o carro de som, deu problema? Pifou, sim senhor, de novo! E tome vaias….Cadê o Chechi, algum desavisado perguntou? Foi dormir… Ufa, ainda bem. Não acorda não…

Errar é humano, insistem; persistir no erro é… gerundismo.