Um leitor anônimo, como sempre, mandou uma mensagem chamando a atenção do que ele considera “vulgaridade” na nota sobre as considerações da Dona Jane. Apesar de apócrifo, vou considerar o comentário, já que o fez de forma educada e sobre um assunto que merece, sim, reflexão.

Em primeiro lugar, cabe destacar que este blog não tem nada a ver com a Revista Viu! É um espaço de comentários e opiniões pessoais minhas que, apesar de acumular a função de editor da revista, trato os assuntos de forma distinta. Do resto, é só um link de acesso que nos une.

Quanto aos comentários de Dona Jane, também os considero vulgares. Foi ela quem ligou me procurando e, antes de publicar, tomei o cuidado de falar novamente com a autora, embora nem precisasse. O fiz justamente para me certificar da forma como tinha feito as colocações e quais eram os seus objetivos.

Mas o jornalista tem de publicar tudo o que escuta? Não! Publica o que considera relevante dentro das circunstâncias. Dona Jane, a quem sempre tive o maior respeito, está fazendo barulho e quer ser ouvida porque deseja ser a primeira-dama da Câmara municipal. Não é só isso. Trata-se, também, de uma pessoa pública, que preside a Associação dos Servidores Municipais. Diante dessas circunstâncias, tudo o que diz serve de referencial para as pessoas a conhecerem melhor e tirarem suas próprias conclusões.

Ela mesma reclamou espaço na mídia para se tornar “mais evidente”. Oras, está aí a senhora que “está disposta a fazer coisas que você nem imagina” - segundo suas próprias palavras - para eleger o marido presidente da Câmara. A isso atribuo as colocações reproduzidas por mim neste blog e as quais o leitor educado considerou vulgares. Como se vê, não pensamos tão diferente assim!

E.T. Ainda nesta manhã, Dona Jane mandou-me outro recado: disse que vai me processar. Não disse que está arrependida. Então, caro leitor, tire suas próprias conclusões para continuar “se orgulhando” da sua cidade.