Jane já elegeu Valter na Câmara e… “na cama”
Publicado por Marcelo Mastrobuono em 18 Dez 2006 | sob: Política
Ia falar da sessão de sexta-feira, mas fica para mais tarde. Outro assunto entrou na linha. A companheira do vereador Valter de Lara, dona Jane, é mesmo uma mulher de iniciativa. Poucos minutos depois de eu postar a nota anterior, ligou para a redação da Viu! querendo falar comigo. Como não me achou, mandou recado. Disse que seu marido já está eleito presidente porque um dos vereadores do grupo oposicionista já havia “roído a corda” e Valter teria maioria com ou sem o voto de Tereza de Moraes. “Ele já está eleito. E quando ele for candidato a prefeito, vou ser a vereadora”, adiantou, sobre um provável dobradinha de 2008.
Ninguém perguntou, mas dona Jane também mandou me avisar que “não tem nada a reclamar de seu Tarzan na cama”. E eu com isso? Meus comentários políticos não têm nada a ver com psicologia da sexualidade feminina. Freud explica, eu não. A menos que ela tenha confundido alguma coisa de Câmara com cama, que tem uma sílaba a menos. Bem, deixa pra lá.
Dona Jane disse também que está “rindo muito” de tudo, porque “gosta de aparecer”. “Falem mal ou falem bem, o importante é que não se esqueçam de mim”, disse. Sim senhora! Quem sou eu para questionar dona Jane?
Falei agora ha pouco com ela, por telefone. Confirmou tudo. Gente assim tem futuro! Disse-me que vai com o marido até o fim. “Ele é meu marido, amo ele e você nem imagina do que sou capaz de fazer por causa dele”, alertou.
Perguntei a Dona Jane sobre a história da “cama”. Queria me certificar se ela não tinha confundido com Câmara. Dona Jane explicou-me: “Na cama mando eu, na Câmara é o Valter”. Entendeu agora?
Jane, que é funcionária pública municipal emprestada à Delegacia de Polícia, também confirmou que está muito satifestita com a repercussão do quiprocó que montou na Câmara. “É bom dar Ibope, porque falam pouco de mim. Eu prefiro, porque a hora que me esquecerem eu começo a chorar”, revelou. E avisou. “Se eu ver burrice e falcatruas acontecer eu vou gritar de novo. A gente tem de pôr a boca no trombone”. É isso aí Dona Jane! Só toma cuidado para não desafinar!
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[…] Um leitor anônimo, como sempre, mandou uma mensagem chamando a atenção do que ele considera “vulgaridade” na nota sobre as considerações da Dona Jane. Apesar de apócrifa, vou considerar o comentário, já que o fez de forma educada e sobre um assunto que merece, sim, reflexão. […]